A margem do resultado presidencial é um fator de risco para os investidores, segundo avaliação do Goldman Sachs reportada pelo InfoMoney e pelo Times Brasil.
Os economistas do banco afirmam que uma diferença inferior a 1 ponto percentual poderia aumentar o risco de contestação e ser interpretada como sinal de mandato frágil. Já uma vantagem superior a 4 pontos, na avaliação deles, daria ao vencedor um mandato claro.