O próximo governo terá de enfrentar o desafio de colocar as contas públicas em ordem. O Money Times relata que medidas anunciadas durante a campanha aumentam gastos e reduzem receitas; em junho, o Tesouro já alertava que a estratégia para melhorar o resultado primário até 2030 se tornaria insustentável a partir de 2028 sem novas medidas.
O Estadão aponta que o cenário de 2027 combina economia em desaceleração, inflação acima do centro da meta e juros elevados. Em entrevista ao InvestNews, a economista Solange Srour afirmou que a falta de um ajuste fiscal crível pode levar a economia à recessão e piorar a situação de empresas endividadas. A Exame destaca ainda que o Congresso, com maior peso da direita, e o pouco espaço no Orçamento exigirão negociação.