O fim da escala 6x1 pode reduzir em até 15% o lucro de empresas ligadas ao agronegócio, segundo análise do BTG Pactual. O estudo considera a proposta de dois dias de descanso semanal e redução gradual da jornada máxima de 44 para 40 horas, sem diminuição de salário.
Na prática, a mudança poderia elevar os gastos com mão de obra e pressionar a rentabilidade, mesmo que o custo adicional seja pequeno em relação ao faturamento. O relatório aponta a MBRF entre as empresas analisadas, mas o trecho não detalha sua exposição específica.