O Morgan Stanley rebaixou as ações brasileiras em sua carteira para a América Latina, de exposição acima da média para neutra, após a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva.
Em relatório, o banco estimou que as ações podem perder de 20% a 30% nas próximas semanas. A projeção considera a revisão das expectativas para a política fiscal; o Morgan Stanley também vê risco de combinação entre real mais fraco, juros elevados e economia desacelerando.
O banco reforçou a preferência por empresas exportadoras. Segundo seus estrategistas, um ajuste fiscal seria necessário para enfrentar o cenário, mas é considerado improvável.