A dívida bruta do Brasil subiu de 82,87% do PIB em agosto para 82,93% em setembro, informou o Banco Central. É o maior patamar desde março de 2021, quando o indicador chegou a 85,10%.
Segundo o Money Times, os gastos do governo com juros pressionaram a dívida. O resgate líquido de títulos pelo Tesouro e o crescimento da atividade econômica compensaram parte desse efeito. A Agência Brasil relata que economistas divergem sobre como conter a trajetória: alguns defendem cortes de gastos; outros alertam para impactos em áreas como saúde, educação e previdência.