Mais de R$ 700 bilhões em dívidas de empresas brasileiras estão em negociação com bancos e fundos, estima Ricardo Knoepfelmacher, sócio da RK Partners, segundo o Estadão.
O especialista avalia que juros altos e incerteza sobre as contas públicas podem dificultar a situação no próximo governo. Se não houver avanço para conter o crescimento da dívida pública, a queda da Selic pode ser mais lenta ou até parar, pressionando empresas que precisam renegociar débitos.